Eficácia das Estratégias nas Mídias Sociais

A mídias social é representada por um conjunto de plataformas que possibilita aos usuários por em prática as relações de intercambio e colaboração próprias da Web 2.0. Essa última,  segundo Nafría é “participativa por natureza. Nela, os usuários não adotam atitudes passivas, senão que atuam de forma totalmente contrária. Não só lêem, também discutem, comentam, valorizam, opinam, sugerem, anunciam, linkam, escrevem, publicam, trocam, selecionam, corrigem, dividem…Ou seja, participam ativamente”.

As principais plataformas que hoje integram as mídias sociais são as redes sociais, os blogs, microblogs, filesharings, wikis, podcasts, formspring e comunidades. Essas são as ferramentas que as marcas estão utilizando para chegar a um novo tipo de consumidor.

Em uma reflexão sobre as estratégias aplicadas pelas empresas atualmente nas mídias sociais, é claramente perceptível que há um forte desconhecimento sobre o tema, e que agem de forma descontrolada apenas “seguindo o fluxo”. O raciocínio parece ser mais ou menos assim: “se dizem que os clientes estão no Facebook e no Twitter vou abrir um perfil em ambas redes e bombardear meus seguidores com informação sobre a minha marca.”

Em uma primeira análise se pode antecipar que essa atitude tem uma tendência extrema a ser fail. Parafraseando o comercial da Gelol, para ter uma boa presença nas mídias sociais não basta estar lá, tem que participar. Essa afirmação deixa espaço a um questionamento, como seria essa participação?

  1. Fornecendo informação que seja relevante para seu público.
  2. Escutando e aprendendo deles
  3. Medindo e controlando os resultados

Essa seria a postura ideal para conquistar uma imagem de marca competitiva dentro da Web 2.0. Por outro lado, ainda não está claro quais são os passos de uma boa comunicação estratégica nesses novos canais. Javier Barrio, Director de Marketing da empresa “El Corte Inglês”, expôs na OMExpo Madrid 2010 a estratégia que sua empresa vem utilizando e que tem gerado bons resultados.

1º . Saber a opinião das pessoas sobre nossa marca – Nesse sentido, é necessário um preparo para aceitar a “perda do controle” das mensagens, e mais ainda, para a possibilidade de se deparar com uma reputação contraria a que a empresa sustenta no mundo tangível (considerando que essa divisão faz sentido). Isso pode acontecer principalmente porque o perfil do público e a forma de consumir o meio são diferentes.

2º. Definir como interagir com o público – Escolher que plataformas e mensagem vai utilizar. Aqui se abre um parênteses, a mensagem tem que coincidir com a transmitida nos outros meios de comunicação. Pode parecer algo lógico quando exposto dessa maneira, mas na prática percebemos que as coisas não estão tão claras assim. A comunicação tem que ser integrada, ou seja, usar um mesmo conceito independente do veículo, e como nenhum outro canal, as mídias sociais não são suficientes para atingir o target de uma campanha.

3º. Oferecer conteúdos de qualidade que sejam relevantes para o consumidor – Algo que seja útil e do interesse dele. Sempre responder aos comentários, tantos os positivos quanto os negativos. Por isso, é preciso um preparo prévio para saber reagir diante das críticas e não correr o risco de maximizar um comentário negativo.

4º. Medir constantemente e retroalimentar os conteúdos – A produção de conteúdo não é algo fácil. É imprescindível encontrar um meio termo entre informação e entretenimento, para isso existem os recursos como vídeos, músicas, App`s, enquêtes, jogos, etc.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s