Modelos de negócio nas mídias sociais: Todos os holofotes são para os usuários.

Esse é o título do meu artigo no ebook colaborativo #MídiasSociais: Perspectivas, Tendência e Reflexões, que co-organizei com a PaperCliQ.

 

Na continuação do texto, abordo o valor da participação dos usuários, o destaque da minoria na nova economia digital e os novos modelos de negócio das mídias sociais. Finalizo com uma reflexão que oferece algumas diretrizes gerais de atuação para as empresas que pretendem gerar ingressos através dessas novas mídias.

 

Se deseja realizar o download do artigo Modelos de negócio nas mídias sociais.

 

Abaixo cito parte da introdução na íntegra:

 

As mídias sociais representam uma transformação na mediação da informação. Até pouco tempo, se uma empresa queria divulgar seus produtos e serviços, recorria aos meios de comunicação massivos para que sua mensagem pudesse alcançar um maior público. No processo comunicativo atual, o cenário é diferente. A figura do intermediário, como conceituada até então, já não é de suma importância, o que viabiliza a comunicação direta das marcas com seus consumidores. Com essa quebra hierárquica entre meio e mensagem, indubitavelmente, a Internet tem reduzido “a importância dos intermediários, já que a rede permite aos usuários acessar uma vasta gama de produtos e serviços, ignorando assim os intermediários locais” (Quelch & Klein, 1997 in Quintero, Obra & Meléndez, 2000:68).

 

Através desse contato direto com os consumidores, as marcas podem obter informações relevantes sobre o perfil do seu público, pois passa a conhecer seus gostos e hábitos pessoais, sabem quais são seus interesses, tem acesso às opiniões dos usuários e, assim, podem “analisar estes dados juntamente com as tendências do mercado, para oferecer produtos e serviços que eles demandam” (Fernandez, Pablo & Egea, 2010:58). Essa transformação no processo comunicativo reverbera na percepção das empresas sobre seus consumidores, ou seja, afeta diretamente a comunicação e os modelos de negócio B2C (Business to Consumer).

 

A forma de perceber a audiência deve estar em consonância com o modelo colaborativo baseado na comunicação participativa inerente às mídias sociais. Nesse novo panorama, a organização já não possui o controle absoluto sobre a mensagem midiática, o que provoca receio por parte de alguns executivos ao decidir por aplicá-los ou não à sua estratégia de marketing e comunicação.

 

No entanto, é fundamental que as empresas valorizem as vantagens competitivas que estas novas mídias oferecem, já que, segundo Flores Vivar (2009:79), as redes de conexões sociais, como um todo, incitam “o surgimento de possibilidades de colaboração e novos modelos de negócios que potencializarão àquelas empresas que estão preparadas e levará ao fracasso as que não conseguirem se adaptar”.

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