Socorro Linkedin, me ajude a ter uma carreira de sucesso

“A capacidade pouco vale sem oportunidade.” Napoleão Bonaparte

Que o Brasil está em crise todo mundo está cansado de saber, agora como podemos nos sobressair e conquistar o nosso lugar ao sol na janela é que é a dúvida eterna. Pensando nisso, resolvi escrever esse post com dicas sobre como se destacar como profissional em um dos piores cenários que o país já enfrentou: crise política que trava os investimentos em diversas áreas e vagas de trabalho escassas (quando surge alguma coisa é muita oferta de profissionais para uma baixa demanda, o que acabou aumentando o poder de barganha das empresas impactando em uma redução de salário em muitos cargos). Em época de vacas magras só a qualificação já não é suficiente, é preciso ter um posicionamento diferenciado para aproveitar melhor as oportunidades.

Quando queremos construir uma carreira temos que primeiro traçar os nossos objetivos profissionais, aqui é importante definir metas a curto, médio e longo prazo. É claro que o planejamento será um guia e as circunstâncias mudam, mas sem direcionar esforços no alvo certo, é impossível ter sucesso. Lembre que William Shakespeare sabiamente disse que “todos os caminhos estão errados quando você não sabe aonde quer chegar.”

Para construir um bom posicionamento no mercado, o Linkedin é uma rede social eficaz que pode nos ajudar a COMUNICAR diversas competências comportamentais que são requisitadas nas melhores empresas: automotivação, comunicação efetiva, busca por conhecimento e relacionamento interpessoal.

Sei que o Linkedin não é lá nenhum exemplo de usabilidade, me perco muitas vezes na navegação, mas ela tem recursos fantásticos que vão muito além da sessão dedicada as vagas, que é bem trivial por usar um formato muito parecido com um site desses qualquer que anuncia vagas de empregos. A rede trás possibilidades incríveis para fazer um network ativo, te ajudar em uma análise comportamental e no seu marketing pessoal. Listei os que mais me encantam:

  • Seguir as empresas que são referências na sua área de atuação: acompanhar o que elas estão fazendo de bom, novos clientes, ações de divulgação e até mesmo as vagas disponíveis.
  • Entender o perfil dos profissionais: por meio de uma análise dos perfis (currículo + publicações + network) que estão em uma empresa que você quer trabalhar, você consegue aferir características que são decisivas na contratação, e se preparar para quando chegar o momento de concorrer a tão sonhada vaga.
  • Acompanhar os principais profissionais da sua área de atuação: é muito importante você saber o que esses profissionais valorizam porque normalmente eles têm grande poder de influencia nas decisões de contratação. Sendo assim, é importante você entender as conexões (grupos e atividades) para ter indícios do círculo de profissionais que ele faz parte e os temas que são relevantes para ele.
  • Participar de discussões em grupos: os grupos são fundamentais para participar de debates, demonstrando seu nível de conhecimento e poder de argumentação. Normalmente as pessoas que se reúnem em um grupo, compartilham do mesmo interesse e conseguem avaliar se os seus argumentos tem fundamentos ou não. O profissional com bom conhecimento técnico sempre se destacará no grupo.
  • Participar do pulse (publicar, comentar, compartilhar): o pulse é ótimo na gestão de conhecimento, normalmente os artigos são escrito por profissionais que dominam um assunto e enriquecem com atividades relevantes. Além disso, ao publicar e ou comentar publicações do seu interesse, você tem a oportunidade de se posicionar sobre temas da sua área apresentando a sua visão e compartilhando as suas experiências. Uma ótima fórmula para conquistar a empatia e demonstrar o seu conhecimento.

Outras redes sociais também permitem que você use algumas dessas estratégias para se posicionar profissionalmente, mas sem dúvida o Linkedin por se uma rede focada nisso, é o local mais adequado para ampliar suas possibilidades.

Canvas do planejamento de comunicação

No último sábado (31/10) a ABRADI/GO realizou o DigitalOutbox 2015, que pelo terceiro ano consecutivo trouxe a Goiânia o maior evento de digital do estado. Cerca de 200 pessoas se reuniram para aprender mais desse mercado tão dinâmico em crescente ascensão, e, para minha alegria, eu estava entre as convidadas para palestrar. Com o título planejamento de comunicação: criatividade x resultados, minha apresentação trouxe aos participantes uma nova perspectiva, demonstrando por meio de uma ferramenta visual baseada no design thinking, os 9 elementos de um planejamento.

Comecei minha fala com 5 premissas para um planner:

  1. Não existe planejamento digital e offline
  2. Não se trata de tecnologia, e sim de comportamento humano
  3. Não existe um novo marketing, mas sim uma mudança de foco do produto/serviço para o usuário
  4. Ferramentas servem apenas para facilitar a execução de uma ideia
  5. A convergência se produz no cérebro das pessoas

A partir daí iniciei a exposição de um método que elaborei baseado no Canvas Business Model criado pelo Alex Osterwalder. Seguramente sou uma das grandes admiradoras da facilidade que o canvas agrega à co-criação ao aproveitar a diversidade da equipe e diminuir os ruídos no processo. De tanto perceber em minhas aulas e palestras por aí a dificuldade em entender o escopo base de um planejamento e as mil variações que podem ter de acordo com o autor, resolver fazer algo mais simples, mas sem reduzir a importância de nenhum aspecto essencial.

“Tudo deveria se tornar o mais simples possível, mas não simplificado.” (Albert Einstein)

São 9 elementos que traz uma visão contemporânea do planejamento:

  1. Proposta de valor
  2. Problema
  3. Posicionamento
  4. Público
  5. Canais
  6. Conteúdos
  7. Ações de engajamento
  8. Relacionamento
  9. KPI’s

A palestra foi focada em explicar a relevância de cada um desses tópicos e em demonstrar a aplicabilidade da metodologia do Canvas de Planejamento de Comunicação para agências e clientes de qualquer porte, onde o foco central sempre serão as “pessoas humanas” com histórias, experiências e sentimentos.

Esse canvas do planejamento de comunicação facilitará o brainstorm e a co-criação com a perspectiva de todas as áreas envolvidas no job. Além disso, vale lembrar que ele não é o produto final do planejamento. A partir dele o planner (ou responsável pelo planejamento) deverá elaborar o documento que será entregue e/ou apresentado para o cliente.

Confira a apresentação completa:

Novos 4 P’s para estratégias digitais


O composto ou mix de marketing é formado pelas “decisões concretas do marketing que guiará a atuação da empresa no mercado.” INIESTA, L. & INIESTA, I. (2010, 111). Aplicando a perspectiva digital percebemos que os 4 P’s, amplamente difundidos por Kotler, já não são suficientes para impactar os novos consumidores (Prosumers). Pensando nisso, o Manuel Alonso Coto categorizou novos 4P’s que são imprescindíveis em qualquer estratégia digital, são eles:

  1. Personalização > Criar produtos/serviços que realmente satisfaçam as necessidades do consumidor. Chaves: Escutar os consumidores, fornecer possibilidades de escolha e dar relevância a sua participação.
  2. Participação > Envolver os clientes no marketing mix, convidando os usuários para fazer parte das ações realizadas e estimulando que eles compartilhem suas experiências com outros consumidores (advogados da marca). Chaves: Desenvolver ambientes adequados, criar comunidades e premiar a participação.
  3. Pessoa a pessoa > Potencializar a recomendação entre amigos. Chaves: Socializar as mensagens do marketing, gerar confiança e facilitar o compartilhamento de informação.
  4. Predições modeladas > Monitorar e analisar o comportamento dos consumidores online para oferecer informações relevantes, e, ao mesmo tempo, acompanhar os insigths fornecidos por eles. Chaves: Ser capaz de aprender, aceitar as preferências do consumidor e respeitar sua privacidade (opt-in).

No entanto, esse mesmo autor elaborou estratégias pares baseando-se nas principais características dos prosumers unidas ao novo mix de marketing descrito acima.

Personalização – Experiência

Participação – Marketing de permissão / opt-in

Pessoa a pessoa – Multiderecionalidade

Predições modeladas – Contextualidade

Esse modelo viabiliza a efetividade nos recursos alocados para traçar estratégias mais assertivas em plataformas digitais, e, inclusive, na principal ponta do iceberg exposta atualmente, as mídias sociais. É importante ressaltar que os 4P’s tradicionais – Praça, preço, promoção, produto – não se tornam obsoletos no universo digital, ao contrário do que muitos pensam, eles continuam sendo válidos e foram reforçados com novas decisões que otimizam ações em novas plataformas.

O negócio do Facebook é você

 

Para qualquer empreendedor é imprescindível realizar o benchmark do seu setor de atuação, esse diagnóstico lhe dará subsídios para uma caminhada mais assertiva no mercado. Acreditando nessa máxima, inicio uma reflexão sobre a jóia da coroa do universo digital, o Facebook. Uma mídia social generalista que está chamando atenção não só por possuir mais de 500 milhões de usuários[1], mas por aplicar a estratégia da inovação, estabelecendo um forte diferencial competitivo ao seu negócio.

Pensado nisso resolvi abordar o tema da minha dissertação: o modelo de negócio do Facebook. Uma pesquisa exploratória partindo de um caso de estudo, que analisa um caso particular e a partir dele é possível aferir implicações no todo. Ou seja, os demais sites de redes sociais podem se enquadrar no modelo sugerido.

Para facilitar o entendimento, é necessário ressaltar o conceito de modelo de negócio que considero ao realizar a análise. Por isso, referencio a Ethiraj, Guler & Singh (2000:19) que conceitua um modelo de negócio como:

Uma configuração única de elementos que abrange as metas, estratégias, processos, tecnologias e estrutura da organização, concebidos para criar valor para os clientes, e, portanto, competir exitosamente em um mercado particular”.

Essa definição engloba todos os processos envolvidos no negócio, considerando a soma dos recursos utilizados para agregar valor a uma organização, sejam eles para rentabilizar ou para gerar um diferencial intangível. Na verdade acaba sendo um pré-requisito, já que é pouco provável que uma marca consiga aplicar o modelo de rentabilidade sem antes criar uma vantagem competitiva.

Após realizar uma vasta análise dos recursos oferecidos pelo Facebook, cheguei à conclusão (não definitiva) que o grande negócio dessa plataforma é você. Em outras palavras, são as informações que você oferece ao curtir um conteúdo, comentar no mural de um amigo, subir uma foto, clicar em uma mensagem; enfim, você é a galinha dos ovos de ouro do Marck Zuckerberg. Sim, mas como isso acontece?

O seu comportamento de navegação é o que potencializa o ROI da plataforma, já que todas as estratégias desenvolvidas necessitam dessa informação prévia para ser melhor enfocadas e gerar um maior retorno do investimento. Nesse sentindo, o substrato para que o modelo de negócio funcione provem do tráfico realizado pelos usuários. Sendo assim, quanto maior é o tempo e atividades executadas durante a navegação, incrementa-se proporcionalmente a rentabilidade do Facebook.

Aplicando essa consideração ao modelo de negócio da plataforma, o qual foi dividido em duas categorias maiores (modelo de rentabilidade e modelo de criação de valor intangível), proponho uma estrutura que sustenta o modelo de negócio desenvolvido pelo FacebooK:

 

Ao observar o infográfico acima é possível identificar que as informações adquiridas pela plataforma possibilitam a aplicação do Behaviorial Targeting, uma segmentação dos usuários a partir do seu comportamento de navegação. Essa técnica possibilita oferecer conteúdos à medida, que respondam as expectativas do público. Desse modo, consegue-se aumentar o contato dos usuários com a marca otimizando a conversão dos objetivos estabelecidos.

 

O mais interessante é que os recursos desenvolvidos pela plataforma, na busca por rentabilidade, acabam sendo utilizados como suporte para o desenvolvimento de negócios que beneficiam as próprias marcas divulgadas. Por isso, em uma análise perspectiva do Facebook, diria que ele está caminhando rumo a uma consolidação como uma poderosa plataforma de negócio, deixando de ser vista apenas como uma mídia social que gera comunicação direta com o público.


[1] Estatística oficial do Facebook, disponível em http://www.facebook.com/press/info.php?statistics

SAIBA MAIS:

Dourado, D. 2010, Modelos de negócio nas mídias sociais: todos os holofotes são para os usuários. In: #MídiasSociais: Perspectivas, tendências e reflexões. Salvador, pp. 118-127.

Fernandéz, Ó.R., Pablo, S.B. & Egea, R.T. 2010, Facebook: Aplicaciones profesionales y de empresa. Ediciones Anaya Multimedia, Madrid.

Sánchez, J.I.L. & Sandulli, F.D. 2007, “Evolución de los modelos de negociosen internet: situación actual en España de la economía digital”, Economía industrial, vol.364, pp. 213-229.

Startups: empresas com crescimento acelerado

Uma startup nasce de um negócio baseado na inovação, que geralmente começa apenas com uma ideia criativa isolada, e como passo seguinte, agrega um diferencial através da inovação como vantagem competitiva, para finalmente empreender o negócio.

Geralmente se caracterizam por estar associadas a negócios que enfrentam um crescimento acelerado, e, por isso, atraem investidores “anjos” com capital monetário e inteligente que se interessam por essas novas companhias embrionárias, dispostos a realizar investimentos relativamente baixos ao ser comparados com grandes projetos. As startups se diferenciam por seu alto risco e grande recompensa graças ao crescimento exponencial do empreendimento. Ou seja, possuem um baixo custo de implementação, um risco alto e uma retroalimentação potencial do investimento atrativo.

Existem empresas inovadoras em todos os setores, no entanto, aquelas startups de base tecnológica têm sido de grande importância para o crescimento de algumas indústrias em especial, como as indústrias de semicondutores, comunicação, biotecnologia e Internet (HITT, 2005).

Empresas com crescimento acelerado

Uma premissa para uma startup de sucesso é que ela apresente um crescimento acelerado, e logo, o negócio será rentabilizado e garantirá o ROI para os investidores iniciais. Nesse sentido, Gundry (2001 in Rocha, 2008) realizou um esforço com o intuito de identificar algumas características das empresas que ascendem rapidamente, observou alguns atributos comuns a elas:

  • Comprometimento com trabalho em equipe;
  • Preocupação com reputação e qualidade;
  • Liderança forte;
  • Utilização de financiamento para expandir o negócio.

Com um propósito similiar Feeser & Willard (1990) ressaltou a necessidade de definir o portfólio de produtos e oferta e com ele manter-se alinhado, evitando mudanças de produto, representando uma característica fortemente significativa entre as empresas de crescimento acelerado.

Em um estudo realizado por Barringer (2005), foram comparadas 50 empresas que incidem em um crescimento acelerado com outras 50 empresas similares, porém com crescimento pequeno. Objetivando identificar quais as características em comum entre as empresas de rápido crescimento. Abaixo exponho um pequeno infográfico com as particularidades detectadas no estudo dos negócios que possuem rápida ascensão.

 

Essas informações corroboram a importância das empresas ficarem atentas a suas práticas no mercado, se conscientizando que para grandes pretensões é necessário investimento, o qual nem sempre será realizado unicamente em forma de valor monetário. Muitas vezes, o tempo dedicado para otimizar a gestão potencializará a conversão no maior ativo de uma companhia: conquistar pessoas (seja interna ou externamente).

 

Desperto a reflexão de vocês através de uma ponderação elaborada pelo Fabrício Bloisi Rocha em sua dissertação de mestrado, que foi utilizada como fonte principal desse artigo:

 

“A maior parte dos novos negócios baseados em inovação, entretanto, não realiza seu potencial de grande geração de valor. Certamente o fracasso de muitas das empresas deve-se a ineficiências produtivas, expostas pela competição com outras empresas mais eficientes do mercado. Outras estão sujeitas às ineficiências do ambiente em que estão, a uma estratégia inadequada, ou a outras restrições a que estão submetidas. Por fim diversas startups simplesmente não possuem objetivos de grande crescimento”. (Rocha, 2008)

 

ROI x Mídias sociais: Reflexões sobre uma controvérsia

Um tema muito intrigante e frequentemente encarado com certo descrédito dentro do business coorporativo.

Essa seria a melhor descrição de como o cálculo do ROI nas mídias sociais vem sendo percebido pelas empresas. Mesmo consciente dos riscos e da grande predisposição em realizar afirmações levianas sobre o retorno do investimento nesse entorno, escolhi essa temática para apresentar no grupo de estudo da PaperCliQ, internamente conhecido como GEPIQ.

Percebi ao longo das leituras que o ROI não é digno de controvérsia apenas nessas mídias digitais, o marketing “tradicional” também sofre para encontrar variáveis fiéis que indicam um retorno do investimento previamente realizado para efetivar ações estratégicas.

Além disso, muitas correntes de estudos afirmam que o I da sigla representaria influência, já que por ser um ambiente social, trabalha com pessoas e não com marcas, e, por isso, objetiva a construção de relacionamentos.

Do meu ponto de vista, ainda é um tema que necessita de muitos esclarecimentos para alcançar maturidade, para posteriormente ser aplicado com veemência nas empresas. Até lá, está claro que não é possível ter retorno sem estabelecer previamente os objetivos inerentes à participação nas mídias sociais. É necessário determinar o que se pretende atingir dentro dessas redes sociais, já que para cada uso existem diferentes métricas.

Deixo a apresentação para a análise de vocês, se souberem de algum material interessante que aborde o ROI como indicador financeiro, por favor, me avise.

Relatório de Monitoramento: 1º debate dos presidenciáveis na internet

No dia 18 de agosto, foi realizado 1º debate político na internet brasileira, transmitido ao vivo pela Folha/Uol. Participaram os três candidatos à presidência que possuem no mínimo 10% de intenção de votos, de acordo com pesquisas do Datafolha: Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV).

Segundo dados do UOL, o debate foi acessado em 170 países, foi transmitido simultaneamente  em mais  de 80 sites e contou com aplicativos para dispositivos móveis. Dois dias após o debate, já ultrapassava 1,7 milhão de acessos – número que só tende a crescer, visto que os vídeos continuam disponíveis na internet.

Esses dados comprovam a importância desse debate para o fortalecimento da democracia digital em nosso país. Por isso, resolvemos na PaperCliQ realizar um monitoramento para comprovar o Buzz existente sobre o debate. Pensamos que poderíamos ir além do Twitter e expandir a análise para um ambiente interacional mais complexo, como é o caso dos blogs.

Porque monitorar Blogs?

O Brasil possui aproximadamente 70 milhões de internautas (IAB Brasil). Dos que acessam a internet em suas residências, 51% têm o costume de ler blogs (IBOPE/NetRatings), e 15% dos moradores de áreas urbanas fazem/atualizam blogs ou fotoblogs (CETIC.br). São pessoas comuns que publicam conteúdo diversificado todos os dias, expressando suas opiniões e ideias para quem quiser lê-las.

O fato de já termos o resultado do 1º turno das eleições 2010 não minimiza a importância de mensurar ações estratégicas pontuais e que, inclusive, gerou um grande diálogo transmidiático (textos veiculados em jornais e revistas foram bastante reproduzidos por cidadãos comuns dentro da rede).