Monitoramento X Pesquisa por amostragem probabilística

Resolvi postar esse assunto, depois de uma dúvida levantada por meu amigo Héber Sales após a leitura do post anterior sobre “Contribuições da internet para a gestão da reputação corporativa”.

O monitoramento das conversações geradas na internet, ao meu ver, não substitui práticas de amostragem probabilística. A internet é só um veículo mais, e como tal não engloba todos os públicos que uma marca alcança.

Monitorar a marca na web 2.0 é indispensável para saber a reação da audiência frente a uma mensagem em tempo real, mas não pode ser a única forma de medir os resultados de uma campanha ou a reputação de uma empresa. Deve sempre ser somada a outras metodologias como focus group, aplicação de questionários, aumento nas vendas, análises de site-centric, etc.

O maior risco de só utilizar o monitoramento é que reduz o universo de amostragem a estudos de casos específicos podendo levar ao erro de tomar decisões baseadas apenas nesses casos particulares que podem não ser tão relevantes diante da realidade global. Ou seja, existe um risco de confundir o particular com o todo.

Somente uma análise agrupada y com uma amostra representativamente relevante pode dar lugar a idéias atrativas para orientar a tomada de decisões.

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