Pesquisa agências digitais

É com alegria que lanço hoje, a pesquisa “Modelos de negócio das agências digitais criativas”. Como já tinha comentado aqui, estou realizando essa investigação para a minha tese de doutorado.

Os dados serão coletados por meio de um questionário baseado na metodologia Business Model Generation, que possui 9 blocos de construção visualizados em um canvas.  O foco da pesquisa são as agências que oferecem serviços digitais, sejam elas puramente digitais ou não.

O objetivo é estruturar um modelo que possa ser utilizado para aplicar melhorias em agências que já estão no mercado, ou ainda pode ser utilizado como guia para a chegada de novos players. O público-alvo das respostas do questionário são presidentes, CEOs e diretores de agências; um perfil bem específico, já que preciso de algumas informações estratégicas que só a alta gestão tem acesso.

Preciso muito da ajuda de vocês para divulgar esse estudo e conseguir o máximo de respostas possíveis. Em troca elaborarei um relatório com as principais conclusões da pesquisa.

Deixo aqui uma apresentação da pesquisa para que vocês possam entender todo o contexto.

Anúncios

Pré-teste pesquisa agências digitais

02Comentei no post anterior sobre o meu retorno à minha pesquisa para finalizar meu doutorado. O título da minha tese é “Os modelos de negócios das agências digitais criativas do Brasil, Estados Unidos e Espanha: um estudo exploratório baseado na metodologia Business Model Generation”.

Ainda estou frustrada porque não consegui escrever um título inteligível, que ninguém conseguisse entender, acabei quebrando a corrente dos doutores de comunicação. Brincadeiras à parte o motivo do meu post é bem simples: cheguei na etapa da aplicação de questionário para as agências digitais brasileiras. Estou muito feliz com o apoio que a ABRADI (Associação Brasileira de Agentes Digitais) está dando a minha pesquisa, faremos um excelente trabalho junto e em abril apresentaremos um relatório que será divulgado para o nosso mercado de comunicação digital.

A expectativa é grande, mais o nosso foco é estabelecer padrões de modelos de negócio para contribuir com a estruturação do mercado de agências digitais. Diante dessa responsabilidade, resolvi fazer um pré-teste para provar com 20 gestores da nossa área. Pode ser CEO, sócio, diretor, gerente, coordenador ou supervisor. Não importa, o que preciso mesmo é de uma visão clara desse público sobre o mercado de agências digitais.

Me ajudem e respondam o questionário: http://goo.gl/Fuw3H6

Monitoramento X Pesquisa por amostragem probabilística

Resolvi postar esse assunto, depois de uma dúvida levantada por meu amigo Héber Sales após a leitura do post anterior sobre “Contribuições da internet para a gestão da reputação corporativa”.

O monitoramento das conversações geradas na internet, ao meu ver, não substitui práticas de amostragem probabilística. A internet é só um veículo mais, e como tal não engloba todos os públicos que uma marca alcança.

Monitorar a marca na web 2.0 é indispensável para saber a reação da audiência frente a uma mensagem em tempo real, mas não pode ser a única forma de medir os resultados de uma campanha ou a reputação de uma empresa. Deve sempre ser somada a outras metodologias como focus group, aplicação de questionários, aumento nas vendas, análises de site-centric, etc.

O maior risco de só utilizar o monitoramento é que reduz o universo de amostragem a estudos de casos específicos podendo levar ao erro de tomar decisões baseadas apenas nesses casos particulares que podem não ser tão relevantes diante da realidade global. Ou seja, existe um risco de confundir o particular com o todo.

Somente uma análise agrupada y com uma amostra representativamente relevante pode dar lugar a idéias atrativas para orientar a tomada de decisões.